Tendências econômicas e de mercado para 2019

2018 já acabou. As pessoas só estão comprando comida e roupas como disse um pequeno empresário do ramo de construção. Estamos prestes a receber 2019. Por isso, está na hora de começar a refletir sobre o que o novo ano reserva.

Se você tem o desejo de permanecer em uma alta posição ou até mesmo conquistar um lugar ao sol quando falamos de Vendas de produtos e serviços e também nas vendas online. Leia até o final.

Basta olhar nas ruas e verificar a quantidade de lojas e salas disponíveis para alugar. Grandes marcas acabaram e outras milhares ou centena de milhares estão em dificuldades hoje no Brasil.

Enquanto escrevo esse artigo tive notícias de que o Sistema JC ( Jornal do Comercio e SBT em Pernambuco) acaba de demitir mais de 60 profissionais na última semana. A migração para lojas on-line foi imensa no ano de 2017-2018 no Brasil.

Para se obter grandes resultados, é preciso que não apenas os varejistas dos mais diversos segmentos, mas os prestadores de serviços e indústrias entendam que o mundo digital está em constante evolução, e isso não seria diferente no seu segmento.

Como reflexo disso, essa modalidade de comércio on-line cresceu 9,23% e chegou a 600 mil lojas eletrônicas em 2017, acontecimento que foi ultrapassado por 2018, que apenas no primeiro semestre teve um crescimento de 13,5% nos pedidos online quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Tais números aumentam a necessidade de que os empresários conheçam quais são as tendências econômicas e de vendas para o mercado e principalmente do ambiente online no próximo ano, pois só assim terão maiores chances de conquistar bons resultados em seus negócios.

Pensando nisso, listamos, as principais tendências para a economia e vendas para 2019. Confira!

1. Juros baixo

Neste mês, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou a manutenção, pela sexta vez consecutiva, da Selic em 6,50% ao ano. Ao mesmo tempo, o BC indicou que o juro tende a permanecer no atual nível – o mais baixo da história – pelo menos nos primeiros meses do governo de Jair Bolsonaro. Entre as indicações, o colegiado avaliou que, desde o encontro anterior, de outubro, houve alta do risco de a ociosidade na economia produzir inflação abaixo do esperado.

Para o grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções (Top 5) de médio prazo, a mediana da taxa básica em 2019 caiu de 7,00% ao ano para 6,50%, ante 7,00% de um mês antes. No caso de 2020 e 2021, a previsão seguiu em 8,00%. Há um mês, a expectativa era de juro a 8,00% no fim de 2020 e 8,00% em 2021.

2. Crescimento devagar

O mais recente Boletim Focus, do Banco Central, projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresça cerca de 2,5% no ano que vem. É um resultado melhor que o esperado para 2018, de 1,5%, mas bem abaixo do que o mercado imaginava no começo do ano.

O excesso de ociosidade do setor produtivo e a baixa demanda interna têm levado a uma retomada lenta do emprego formal, diz o ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman. “O mercado de trabalho está melhor do que há um ano, mas ainda é o emprego informal – menos qualificado e com pior remuneração – que está reagindo com mais força.”

3. Acesso por celular

Um levantamento realizado pela E-commerce Radar apontou algo interessante sobre as compras realizadas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets, por exemplo): elas foram de 11% para 34% entre 2017 e 2018.

Isso comprova o quanto a relevância do comércio mobile tem crescido consideravelmente, já que muitos usuários não acessam internet por meio de desktops ou notebooks.

Em razão disso, se você pretende continuar competitivo, comece a analisar o seu site o quanto antes, pois aqueles que possuem um layout que não se adapta às diversas plataformas acabam ficando em desvantagem se comparados aos outros.

Contudo, caso você possua apenas loja física e tem o desejo de expandir para o varejo online, planeje seu site para se adaptar desde o início, evitando dores de cabeça no futuro.

Você pode usar o Meets para apoiar seu crescimento físico e digital.

4. Mídias sociais integradas ao e-commerce

Outra tendência para o varejo online em 2019 é a venda em canais que não sejam web (site) ou mobile (app/site).

Hoje, as mídias sociais são utilizadas por algumas marcas e pequenos varejistas, mas devem ganhar cada vez mais espaço, aumentando a possibilidade de serem totalmente integradas à loja virtual.

Você sabia que pode integrar seu site no Meets?

Assim, será possível que se tornem uma verdadeira extensão da loja e do site, pois atuarão como um novo canal de vendas.

Esse tipo de mecanismo de comunicação, principalmente o Facebook e o Instagram, permite que lojas menores ou com pequena escala possam adotar estratégias de divulgação que se adequem ao tamanho que possuem.

5. Aplicativo próprio

Assim como você já deve ter percebido, para continuar competitivo no mercado em que atua será preciso se adaptar às evoluções que vêm por aí. E outra tendência que temos para 2019 é o aplicativo próprio.

Isso porque muitos usuários optam por pesquisar produtos e finalizar suas compras em um aplicativo em vez de adquirir pelo site, mesmo que ele seja totalmente adaptado para mobile.

Por isso, busque entregar algo além para seus clientes investindo em apps, pois isso permitirá que você ofereça soluções cada vez mais personalizadas e que atendem suas expectativas.

Inclusive, muitos lojistas que estão investindo nessa tendência têm ofertado descontos exclusivos no app, o que tem proporcionado maiores chances de aumentarem suas vendas.

Veja o caso do Clube Extra. Para ter acesso as promoções das lojas físicas você precisa acessar o APP e se habilitar na promoção. Isso faz com que tenha um contato semanal com as promoções disponíveis.

6. Experiência de compra e personalização

A experiência será cada vez mais adaptada ao que se vende, pois estamos totalmente imersos na era da personalização. Para que isso aconteça, diversos varejistas estão levando para o mundo online a experiência de compra das lojas físicas, adaptando-se, com a ajuda da tecnologia, para que consigam vender mais no varejo online.

Isso está muito relacionado à compra de itens em que a experimentação é muito importante, como é o caso de roupas e de itens de maquiagem. A Amazon, por exemplo, vem testando novos formatos de venda para cosméticos, onde deixa o cliente “testar” o produto.

Veja o caso da Drograsil , Pague Menos e Drogaria SP . Ao informar seu CPF na hora de pedir um medicamento, o sistema já oferta pra você uma série de produtos com desconto baseado no seu histórico e perfil de idade e sócio econômico.

Veja, por mais que oferecer algo personalizado possa parecer difícil, optar por fazer isso pode ser uma excelente maneira de ter êxito nas suas vendas em 2019, já que as pessoas estão mais em busca de uma boa experiência de compra ao invés do produto em si.

7. Assistentes virtuais ( Robôs)

A tecnologia artificial tem avançado expressivamente em diversos setores do varejo, fazendo com que cresça o número de lojas virtuais que optam por colocar assistentes virtuais em suas plataformas. Aqui no Meets estaremos testando algumas experiências.

De acordo com a Gartner, até 2020, 85% das interações entre os consumidores e as lojas serão por meio de mecanismos automáticos, mostrando que o crescimento dos chatbots são um sinal de avanço da inteligência artificial não apenas aqui no Brasil, mas em todo o mundo. Por isso, contar com processos automatizados com bots permitirá que você ganhe em agilidade, produtividade e redução de custos.

Por mais que o volume de vendas do varejo digital ainda seja pequeno quando comparado ao físico, até mesmo em países mais desenvolvidos como os EUA, que chegará em quase 10% em 2018, o papel da internet é influenciar e ser a fonte de conteúdo, comparação e análise do produto a ser comprado. Você sabe que isso é uma realidade.

Os empresários precisam estar prontos para a compra digital, tendo o dever de conhecer bem o seu público-alvo. Só assim terão condições de responder certos questionamentos, como:

“O que faria o consumidor comprar durante a pesquisa online: prazo de recebimento menor, desconto, condições de parcelamento, UX ( usabilidade) do ambiente de compra ou outro fator?”. Afinal de contas, não existe receita correta para fortalecer a conversão do digital , mas existem diversos testes a se fazer.

Se você já começou a se adaptar às mudanças que acontecerão no próximo ano, não esqueça que o uso de um CRM pode ser um diferencial significativo no seu negócio.

O que sabemos é que 2019 deverá ser de ainda de muitos desafios e recuperação dos anos perdidos. Esperamos que o novo governo traga mais condições para as pequenas e médias empresas. Assim podemos continuar ajudando a você alcançar boas vendas em seus negócios.

Tem alguma experiência sobre o tema para compartilhar conosco? Deixe seu comentário e até a próxima!